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Pastor suspeito de matar adolescente teria alegado que bateu o carro e perdeu a memória
Publicado em 11/02/2025 19:08
Policial

Pastor suspeito de matar adolescente teria alegado que bateu o carro e perdeu a memória

João das Graças Pachola também estava desaparecido desde o dia 9 e voltou para casa nesta terça-feira (11); ele foi preso por suspeita de matar Stefany, de 13 anos.

Os moradores da região e conhecidos de Stefany Vitoria Teixeira Ferreira, de 13 anos, encontrada morta nesta terça-feira (11) pedem por justiça a adolescente e denunciam o pastor - principal suspeito do crime - preso nesta tarde em Ribeirão das Neves, na Região Metropolitana de Belo Horizonte.

O suspeito é o pastor do bairro Metropolitano em Ribeirão das Neves, João das Graças Pachola. Ele também estava desaparecido desde o dia 9 e voltou para casa nesta terça-feira (11).

Segundo moradores, a família de Stefany frequentava a igreja do pastor e ele também fazia visitas na casa da vítima.

À moradora Kelly contou que os populares acreditavam que o desaparecimento dos dois tratava-se apenas de uma coincidência.

‘Até então, a gente achava que era mera coincidência, o pastor e a menina sumiram no mesmo dia. Aí hoje chega a notícia que encontraram o corpo dela e que o pastore estava tinha voltado do tal sumiço dele’, contou à reportagem.

Segundo a moradora ele teria alegado que bateu o carro e perdeu a memória. Os moradores demonstraram indignação e afirmam que ele é o autor do crime.

Outra moradora Liliane, contou que ficou sabendo do retorno do pastor ao mesmo tempo da morte de Stefany.

‘Pelo que a gente ficou sabendo, ele contou para irmã dele o que ele fez. Aí a irmã dele segurou ele em casa e chamou a polícia, porque se ela sabia que se ela não chamasse a polícia, os moradores matavam ele’.

Pastor também era motorista

Kelly, moradora da região e amiga da família de Stefany, contou que João das Graças Pachola também fazia transporte escolar.

‘Ele levou a o meu filho de 4 anos durante um ano para escola, levou os meus sobrinhos, levou muitas criança aqui. Vai saber o que ele já não fez com essas crianças’, disse a moradora apreensiva.

‘A escola terminava às 17h10 e ele [o pastor] entregava meu filho 18:40. E eu falava, eu falava com as minhas irmãs’, contou a mãe.

 

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