Desrespeito e Violação de Direitos: População em Situação de Rua Sofre com Novo Modelo de Atendimento
Nos últimos dias, temos ouvido relatos alarmantes sobre o atendimento prestado às pessoas em situação de rua no município. Conversando com aqueles que dependem desse serviço, percebemos uma onda de queixas sobre o desrespeito à dignidade e aos direitos fundamentais.
Segundo denúncias, a nova coordenadora do serviço, Sra. M uma das integrantes do trio ternura, vem adotando práticas que colocam em risco a privacidade e o bem-estar dos atendidos. Entre as reclamações mais graves, destacam-se a exposição indevida de informações médicas e psicológicas, a realização de triagens e reuniões sem a devida privacidade, além do compartilhamento de dados pessoais sem autorização expressa.
Veja o cartaz abaixo:

Antes da chegada da nova gestão, os atendimentos eram conduzidos por uma equipe de profissionais que respeitavam e compreendiam a vulnerabilidade dessas pessoas. Agora, os relatos indicam um retrocesso preocupante, que afeta diretamente a qualidade do serviço e agrava a situação dos atendidos.
O sigilo profissional é um direito básico em qualquer atendimento assistencial, seja ele médico, psicológico ou social. A exposição indevida dessas informações pode gerar constrangimento, medo e até impedir que essas pessoas busquem ajuda quando necessário. A gestão pública tem o dever de garantir que os serviços sejam conduzidos com ética, respeito e compromisso com os direitos humanos.
Diante dessas denúncias, é essencial que as autoridades competentes investiguem as práticas adotadas e tomem medidas urgentes para corrigir essa situação. A população em situação de rua já enfrenta desafios imensos, e qualquer ação que amplie sua vulnerabilidade deve ser tratada com seriedade e responsabilidade.
O mínimo que se espera de uma gestão pública é que trate com dignidade aqueles que mais precisam. Não podemos permitir que políticas públicas sejam desvirtuadas por condutas abusivas e desumanas.